sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A IMPORTÂNCIA DE JUNG PARA A LITERATURA

Por Alessandro Wiederkehr, Alexandre Passos Bitencourt, Davi Fernandes Costa, Érika Aparecida Góis


O objetivo deste trabalho é expor a contribuição de Jung para a literatura, apresentando a leitura de algumas obras selecionadas baseando-se em conceitos junguianos como Arquétipos, Inconsciente Coletivo e Símbolo.

De acordo com Silveira (2007, p. 137) a manifestação artística não interessa à psicologia analítica enquanto produção estética, mas sim como um reduto simbológico e repleto de conteúdo do inconsciente.

Na visão de Jung, a literatura divide-se em dois diferentes processos: psicológico e visionário. O primeiro engloba as obras que tratam de temas cotidianos e de conflitos pessoais. Estudá-las psicologicamente não traz, segundo Silveira, contribuições significativas. Já o visionário tem como essência a estranheza que sua leitura causa no leitor, sua elaboração provém das esferas do inconsciente coletivo, portanto, sempre estão permeadas de conteúdos misteriosos, figuras arquetípicas, experiências humanas primordiais e mitológicas, além de seus autores afirmarem não ter total controle sobre suas criações.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Reorganizando o DeLorean

Por Marcos Antônio Oliveira

Hoje (vinte e um de outubro de dois mil e quinze) fomos bombardeados por referências ao filme “de volta para o futuro” na Tevê, nas rádios, em programas esportivos, de comédia e nas redes sociais com imagens e textos pilhéricos. O motivo? No segundo filme da franquia a viagem ao futuro teve como destino a data de hoje! Isto quer dizer (se me é permitida a referência e o trocadilho) que o futuro é hoje!

As listas de comparações entre as inovações tecnológicas apresentadas no filme também inundaram a internet mostrando os acertos e também os erros (pois é uma qualidade desejável ao diretor de filmes a de vaticinar!). Mas será o cinema algo mais que um Nostradamus da Era Contemporânea?

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

VÁRIOS DENTES E UMA SÓ MAÇÃ

Por Fernando Rocha

RESUMO

O trabalho aqui desenvolvido tem por objetivo analisar o poema Maçã, de Manuel Bandeira (1886- 1868), o qual pode ser encontrado no livro Estrela da Vida Inteira (2008), para isso utilizarei alguns conceitos dos filósofos Gilles Deleuze e Félix Guatarri, mais especificamente, os presentes no livro O que é a Filosofia? (2010): Plano de Imanência, Personagem conceitual, Figura estética, Territorialização, Desteritorialização e Reterritorialização. Pois tais conceitos ajudarão a ampliar as possibilidades de leitura deste breve texto.      

O trabalho dos pensadores estará em consonância com o Ensaio sobre Maçã (Do sublime oculto), do professor e crítico literário Davi Arrigucci, o trabalho está presente em seu livro: Humildade, Paixão e Morte: A poesia de Manuel Bandeira (2009), o qual apresenta uma análise profunda da obra, não só na esfera literária, mas que também dialoga com a estética da pintura e da tradição religiosa.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

ESPORTE SIM, VIOLÊNCIA NÃO!

Numa quinta-feira, como qualquer outra, aquela, a princípio, não teria nenhuma novidade no cotidiano daquelas pessoas que pertencem e circulam dentro daquele determinado espaço a qual estão inseridas. No entanto, para um grupo de adolescentes que pertencem à comunidade mencionada acima, que iam naquele dia participarem de uma tão esperada partida de futsal, seria uma quinta-feira que, decerto, teria algo novo para eles, uma vez que era um dia onde fariam uma atividade que excedia as atividades que até então estavam acostumados a praticar cotidianamente.